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Massoterapia e a Regulamentação da Profissão

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A Regulamentação da Profissão de Massagista:   A lei vigente: Lei nº 3.968 / 5 de outubro de 1961 A profissão de massagista está formalmente regulamentada pela Lei nº 3.968/1961 . Portal da Câmara dos Deputados+2TRT 2ª Região+2 Essa lei exige que o massagista tenha um certificado de habilitação emitido pelo Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina, após aprovação em exame. TRT 2ª Região+1 Também impõe restrições bem fortes: segundo o Artigo 2º da lei, a massagem só pode ser aplicada com prescrição médica , registrada em livro no gabinete do massagista. Portal da Câmara dos Deputados+1 A lei proíbe o uso de aparelhos mecânicos ou fisioterápicos: apenas massagem manual é permitida para o massagista habilitado por essa lei. TRT 2ª Região A desconexão com a realidade atual Essa lei de 1961 está bastante desatualizada para os contextos atuais. Muitas técnicas modernas de massoterapia (que usam diferent...

O Toque que Cura

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  A Conexão que Estamos Perdendo Estamos conectados com todo mundo, mas sozinhos como nunca. Mensagens pipocam, notificações vibram, mas o que falta mesmo é um simples toque. E não é papo místico — é ciência. Abraços, mãos dadas, um ombro amigo: esses gestos liberam oxitocina, dopamina, serotonina e derrubam o cortisol. Traduzindo: aliviam ansiedade, depressão e estresse melhor do que qualquer feed ou app. E só 20 segundos de toque já ligam o “modo relax” do corpo, abaixam a pressão e fazem você se sentir seguro. Mais: pessoas que recebem abraços regularmente ficam menos doentes, pegam menos resfriados e se recuperam mais rápido. Tocar e ser tocado não é só emocional — é saúde pura. No fundo, o toque diz algo que ninguém mais fala: “você importa. Você não está sozinho.” Em um mundo em que a solidão virou epidemia, isso é ouro. Então, da próxima vez que você estiver rolando feed sem parar, lembra disso: a cura não está no celular, nem na tela do computador. Está ali, do outro lado, ...

José do Egito Hoje — A Travessia Espiritual e Psicológica do Ser

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  José do Egito Hoje — A Travessia Espiritual e Psicológica do Ser Como vejo o nosso dilema hoje na história antiga da Bíblia… Onde está Deus nisso tudo? Imagine José, jovem e inquieto, nos dias de hoje. Ele sonha alto, sente dentro de si algo que o impulsiona, mas o mundo não quer ouvir. Seus irmãos, colegas, vizinhos, competidores… invejam, desconfiam, rejeitam. O caos se instala de imediato: José é traído, isolado, vendido como escravo da própria realidade que ainda não compreende. E ali, em cada injustiça, ele se pergunta a mesma coisa que eu: onde está Deus nisso tudo? E a promessa? E meu sonho? E talvez a resposta seja como a que encontrei: Deus está no tudo, escondido na trama que ainda não conseguimos compreender. ______________ O livre-arbítrio José tem escolhas, mesmo que limitadas: ser amargo, magoado, rebelde ou íntegro. Como na vida, somos predadores em alguns dias, presas em outros, e quase nunca escolhemos com clareza. Ele escolhe a integridade, e essa escolha o leva...

LIVRE ARBÍTRIO OU DESTINO

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  Testemunho de um Passageiro da Agonia Onde está Deus nisso tudo? Demorei uma vida inteira pra perceber que talvez Ele esteja justamente no tudo, tão dissolvido no caos que a gente já não consegue mais distingui-lo. A liberdade talvez seja a forma mais elegante que Deus encontrou pra se esconder. Livre arbítrio… que ironia amarga. Chamam de dádiva, mas às vezes soa como sentença. Ser livre é ser condenado a escolher e, ao escolher, carregar o peso do que ainda não se sabe compreender. Já vivi dias em que exercer o livre arbítrio era flutuar num redemoinho: ora o predador, cheio de ímpeto e soberania, ora a presa, fugindo da própria sombra, cansado, ferido, tentando manter o fôlego dentro do caos. E no meio disso: suor, desespero, e uma esperança teimosa, aquela que insiste em não morrer. O corpo paga a conta, a psique cobra juros, e o nosso ser,  só observa, mudo, paciente, como se já tivesse visto essa cena mil vezes em outras vidas. Vida espiritual? Tranquila? Quem inventou...

A Lei da Reciprocidade: O movimento de transbordar ao Absoluto

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  Eu penso que reciprocidade não é sobre troca. Não é sobre dar. Não é sobre doar o que sobra. Reciprocidade é sobre partilhar Sobre transbordar . É reconhecer que nada é realmente meu , mas que tudo me transborda, e o que me transborda, precisa seguir adiante. E isso necessita de pratica, é um exercício diário e um pouco forçado e incômodo para nosso ego.   A reciprocidade nasceu do instinto ancestral de equilíbrio social. Lá atrás, quando o homem vivia em tribos, o grupo só sobrevivia se o dar e o receber fossem equilibrados. Então o cérebro criou um alarme interno: ele apita quando alguém dá demais, ou quando recebe demais. Chamamos esse alarme de culpa , gratidão ou dívida emocional . Ele ainda pulsa, mesmo no século XXI: Alguém me elogia, sinto vontade de retribuir. Alguém me dá um presente, sinto meio que “devendo”. Alguém me escuta com atenção, quero ouvir também. Mas o ponto é: a reciprocidade é uma moeda de poder invisível . Quem enten...

Desvendando o Enigma da Cura Xamânica Antiga

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  Onde a Medicina Dança com o Invisível Há uma pergunta que ecoa como um tambor ancestral nas florestas da alma humana: “De onde vem a verdadeira cura?” Não falo daquela que silencia sintomas. Falo da cura que reconecta o ser com a própria essência — aquela que não se compra, mas se conquista. É aqui que o xamanismo antigo surge como um mapa cifrado… um enigma vivo. Enquanto a medicina moderna mede, corta e cataloga, a sabedoria xamânica ouve, observa e dança com o invisível . Os povos ancestrais não separavam corpo, mente e espírito — porque para eles, não havia fronteiras entre mundos . A floresta era hospital. O vento era mensagem. O fogo era oráculo. A cura não era um procedimento… era um encontro entre mundos . Para entender a cura xamânica, é preciso compreender o papel do xamã. Ele não é “médico” no sentido moderno, mas um tradutor de frequências sutis , um decodificador de realidades. Ele não cura. Ele lembra o corpo de como ele mesmo pode se curar. Ele reabre port...

Pílula Azul ou Vermelha: Quem Encapsulou a Fórmula?

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  Atravessei os anos 80, 90, 2000 e 2010 como quem caminha por um corredor com novos papéis de parede, mas a mesma arquitetura oculta. A cada década, um novo nome surge, expansão de consciência, despertar, quinta dimensão, nova era, fé quântica, mas o script é o mesmo. Um teatro bem ensaiado, com figurinos diferentes. O palco muda de cor… mas o enredo continua imóvel. Quando o cérebro satura de um termo, inventam outro fresquinho, embalado como se fosse a grande revelação. Mas não é. É só mais uma embalagem bonita para uma velha promessa que ninguém entrega. E então… a cena clássica de The Matrix. Pílula azul ou vermelha. Despertar ou permanecer dormindo. Revolucionar ou seguir no automático. Escolha, dizem. Mas a verdade é que a escolha já foi feita antes mesmo de eu aparecer no tabuleiro. É como perguntar a uma criança: “Quer tomar banho agora ou daqui a 10 minutos?” A liberdade é um script. O livre-arbítrio, um holograma elegante. Enquanto a maioria discute qual pílula engolir, ...

Banho de Floresta: O Antídoto Natural para o Caos Moderno

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Vivemos numa era onde tudo parece correr mais rápido que o próprio tempo. Notificações, barulhos, trânsito, telas — a cidade pulsa como um organismo inquieto, e nós, presos em sua corrente elétrica, esquecemos de respirar fundo. Mas… e se a cura para essa exaustão silenciosa não estivesse em um remédio, aplicativo ou retiro caríssimo? E se o antídoto estivesse bem ali — entre árvores, no ar fresco e no silêncio pulsante da natureza? Essa prática existe, tem nome, história e ciência: Shinrin-yoku , ou simplesmente, Banho de Floresta . 🌱 O que é o Banho de Floresta? O conceito nasceu no Japão, nos anos 1980, como uma resposta ao crescente estresse da vida urbana. Mas a prática é ancestral — povos indígenas, xamânicos e comunidades tradicionais sempre souberam: a natureza não apenas cerca a vida, ela a sustenta . Banhar-se na floresta não significa tomar banho literalmente. Significa estar presente e mergulhar na atmosfera viva da natureza , de forma consciente. Não é exercíc...